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SaleLivro N. 9
A Arte De Seijun Suzuki - 2 Discos [DVD]
  • Classificação Indicativa: 14 anos
  • Dolby Digital 2.0
  • Widescreen anamórfico 2.35:1
  • Colorido e Preto & Branco
  • A Versátil apresenta “A Arte de Seijun Suzuki”, caixa com 2 DVDs que reúne 4 obras-primas em inéditas versões restauradas do iconoclasta cineasta japonês Seijun Suzuki (“A Marca do Assassino”), um mestre da invenção visual reverenciado por Quentin Tarantino e Jim Jarmusch. E ainda mais de uma hora de extras, incluindo depoimentos e especiais. DISCO 1 TÓQUIO VIOLENTA (“Tokyo Nagaremono”, 1966, 83 min.) Com Tetsuya Watari, Chieko Matsubara, Tamio Kawachi. Braço direito da Yakuza resolve abandonar a carreira criminosa com seu chefe, mas uma gangue rival não deixará que isso aconteça. Suzuki implode os paradigmas do filme de yakuza nesse delírio visual e musical. HISTÓRIA DE UMA PROSTITUTA (“Shunpu Den”, 1965, 96 min.) Com Tamio Kawachi, Yumiko Nogawa, Isao Tamagawa. Uma prostituta é humilhada por um oficial. Ela resolve se vingar, usando um soldado para provocar ciúmes no oficial. Impressionante melodrama de Suzuki que questiona os códigos de honra da sociedade japonesa. DISCO 2 A VIDA DE UM TATUADO (“Irezumi Ichidai”, 1965, 86 min.) Com Hideki Takahashi, Masako Izumi, Akira Yamauchi. Dois irmãos yakuza tentam ter uma vida honesta numa cidadezinha do interior, mas não conseguem fugir do passado criminoso. Suzuki subverte o ninkyo eiga (filme de yakuza tradicional) com um final de pura criação visual. PORTAL DA CARNE (“Nikutai no Mon”, 1964, 90 min.) Com Joe Shishido, Koji Wada, Yumiko Nogawa. Após a Segunda Guerra, nas favelas de Tóquio, algumas prostitutas adotam um código estrito de conduta. Melodrama erótico com forte crítica social e uso extremamente inventivo das cores.

Aprenda mais sobre o assunto:

Arte (do termo latino ars, significando técnica e/ou habilidade) pode ser entendida como a atividade humana ligada às manifestações de ordem estética ou comunicativa, realizada por meio de uma grande variedade de linguagens,[1] tais como: arquitetura, desenho, escultura, pintura, escrita, música, dança, teatro e cinema, em suas variadas combinações.[2] O processo criativo se dá a partir da percepção com o intuito de expressar emoções e ideias, objetivando um significado único e diferente para cada obra.[3]

O principal problema na definição do que é arte é o fato de que esta definição varia com o tempo e de acordo com as várias culturas humanas. Devemos, pois, ter em mente que a própria definição de arte é uma construção cultural variável e sem significado constante. Muito do que hoje uma cultura ou grupo chama de arte não era ou não é considerado como tal por culturas ou grupos diferentes daqueles onde foi produzida, e até numa mesma época e numa mesma cultura pode haver múltiplas acepções do que é arte. As sociedades pré-industriais em geral não possuem ou possuíam sequer um termo para designar arte.[4] Numa visão muito simplificada, a arte está ligada principalmente a um ou mais dos seguintes aspectos:[4]